sábado, 3 de outubro de 2015

PARIS - Região de Champagne - dia 5

Antes de tudo tenho que deixar aqui o meu registro de agradecimento e carinho aos nossos anfitriões em Paris, Everton e Samuel. Não mediram esforços para nos receber bem em sua casa e nos acompanhar em alguns passeios, inclusive o que fizemos neste dia para a região de Champanhe. Obrigada meninos, vocês foram demais! Deixo também meu carinho e saudade ao Thor e Dhiuli, dois cães da raça Shitzu que nos fizeram companhia nesses dias.
Vamos lá!
Acordamos cedo na terra do croissant, nosso destino hoje era as cidades de Reims e Epernay. Nestas cidades se concentram grandes produtores de champanhe como por exemplo, Moet&Chandon, VeuveClicquot,Pommery e várias outras.  Além de conhecer a região nosso objetivo, é claro, era visitar uma cave, que para quem não sabe é uma espécie de porão, adega subterrânea onde ficam armazenadas as garrafas preciosas.
Fomos de carro, mas é possível escolher entre vários city tour que fazem esse passeio a partir de Paris, ou mesmo ir de trem, partindo de Paris com destino a cidade de Reims. Site oficial da região de champagne
Nossa primeira parada foi na cidade de Reims para visitar a Catedral de Notre-Dame, uma das catedrais góticas mais importantes da França. 
E em Reims, resolvemos que iríamos visitar a cave da Mercier emEpernay. De volta à estrada e poucos minutos depois, já estávamos em frente a Mercier.

Tenho que confessar que não sou adepta a lugares escuros e fechados e quando soube que na visita guiada à cave da Mercier desceríamos a mais de 30 metros, abri mão da visita. Minha amiga e nossos anfitriões fizeram o passeio que dura em média uma hora e meia, isto incluso a degustação ao final.

O percurso no interior da cave é feito através de trem aberto e são exibidos filmes que contam a história da marca e do champanhe. Para quem gosta de agregar conhecimento ao sabor da bebida, a visitação a uma cave é fundamental.

Depois da Mercier, um breve tour pela cidade de Epernay com uma parada em um fastfood para almoço (às 16 horas). Hora de voltar a Paris. 
A volta foi por um caminho alternativo às grandes rodovias, com belas paisagens do interior da França.
Chegamos a Paris no início da noite, fizemos um tour noturno pelos principais pontos da cidade com parada na Torre Eiffel que a noite pisca a iluminação a cada uma hora. Show!  Até.


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

LISBOA - RESUMO


Resumo de Lisboa
Quando fomos:  Chegamos em Lisboa, PT na primeira quinzena de setembro/15, o clima estava agradável e com sol todos os dias. Particularmente gosto da primavera (01 de março a 31 de maio) e do outono (01 de setembro a 30 de novembro), ainda que o outono tenha maior probabilidade de chuva. O inverno de fato é rigoroso e o verão além de quente é a alta estação, tudo está repleto de turistas e caro.
Onde andamos: Eu mencionei nos posts anteriores que não citaria todos os lugares que passamos e paramos, porém vou tentar enumerá-los aqui, com exceção de vários pontos que só passamos com o ônibus turístico.
Pontos turísticos: Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos, Ponte Vasco da Gama, Mosteiro dos Jerônimos, Castelo de São Jorge, Arco Rua Augusta, Praça Rossio, Praça do Comércio, Praça da Figueira, Elevador Santa Justa, Elevador da Glória, Cais do Sodré;
Igrejas: Nossa Senhora da Conceição Velha (Rua da Alfandega), Igreja da Madalena (Rua da Madalena), Igreja São Roque (Rua da Misericórdia), Sé de Lisboa (Largo da Sé);
Miradouros: Santa Luzia, Largo Porta do Sol,
Mercado, Loja:  Mercado da Ribeira; A vida Portuguesa;
Comida e Bebida: Confeitaria Nacional, Café a Brasileira, Café Nicola, Manuel Tavares (uma espécie de mercearia, aqui você encontra vinhos, enlatados e doces portugueses), Pastéis de Belém, Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, Aqui há Peixe, Canto dos Camões, Adega São Roque;
O que faltou: Tínhamos pouco tempo na cidade, com o clima e o tempo propícios para passeios a pé e ao ar livre, deixamos de lado alguns pontos que se houver tempo acho que vale a visita, principalmente se o tempo estiver ruim. Museu Nacional do Coches, Museu Nacional do Traje, Museu do Azulejo, Museu do Chiado, Teleférico de Lisboa, Convento do Carmo e provavelmente muitos outros lugares que não tenho conhecimento.
Como andamos: Com metrô, ônibus turístico – YellowBus, Ascensores, Elevadores, Bondes, elétricos e caminhando. 
Indispensável provar: Frutos do Mar como, sardinha na brasa, bacalhau e todas as suas apresentações, caldeiradas e cataplanas, pastéis de bacalhau, pastéis de Belém, vinhos da região, vinho do Porto e licores como a Ginja.
Assim finalizo Lisboa. J

terça-feira, 29 de setembro de 2015

LISBOA DIA 3 (4)

Nosso terceiro e último dia em terra lisboeta começou um pouco mais tarde do que o normal. Saímos do hotel em busca da loja "A vida Portuguesa" onde encontramos artesanatos e alimentos típicos portugueses, em embalagens inspiradas nos originais ou antigas.  
Depois das comprinhas, retornamos ao hotel para deixar as sacolas e agora sim, era hora de bater perna.
No dia anterior enquanto passeávamos de tram (elétrico) minha amiga notou um restaurante que parecia espetacular e combinamos de almoçar nele no dia de hoje, até aí tudo certo.

Quem leu nosso segundo dia notou que no final da tarde fizemos alguns roteiros de elétrico, e por muitas vezes descemos em alguns pontos e subimos em outros tram.  O que a nossa memória lembrava sobre o referido restaurante era que estava perto do elevador da Glória e que passamos pela frente. Porém, qual era a linha do tram que estávamos quando passamos pela frente não.  
Resumindo, caminhamos muito, andamos de Tram mais ainda e algumas horas depois encontramos o elevador. Se perder e se achar sem compromisso numa viagem faz parte e você ainda fica com boas histórias para contar.
O elevador da Glória é mais um dos símbolos de Lisboa, e acreditem, vale a pena cada centavo para subir a íngreme Calçada da Gloria. Nós ainda estamos usando o ticket do yellowbus, então não pagamos em nenhuma viagem de Tram, ascensores ou elevadores da Carris.
O elevador faz a ligação entre a praça dos Restauradores e o Bairro Alto numa viagem de 265 metros para cima e para baixo.
Quando sair do elevador, encontra no lado direito o miradouro de São Pedro de Alcântara, de onde tem vistas excelentes sobre o centro de Lisboa e o mágico Castelo de São Jorge. E enfim, descendo as ladeiras no sentido esquerdo você vai encontrar a Adega de São Roque, aquele restaurante que vimos da janela do bonde no dia anterior.


Já que chegamos até aqui, pedimos uma atraente e deliciosa cataplana de frutos do mar, acompanhada de torradas e vinho branco, é claro. Valeu à pena todos os desencontros até aqui, ficamos mais de uma hora apreciando o local e a comida. 

Uma marca registrada desse restaurante, além da comida é claro, são as centenas de faixas e camisetas de times de futebol no teto, inclusive de times Brasileiros. 
Depois do almoço, retornamos para a parte baixa da cidade (de elevador é claro!), e fomos tomar um café no histórico (inaugurado no século 18) Nicola café. Está localizado na Praça Dom Pedro IV, e ficou conhecido pode ser frequentado por escritores e políticos, principalmente pela presença constante na época do poeta Bocage.
Não vou citar aqui todas as nossas paradas pelos caminhos, mas Lisboa é uma graça de cidade, o dia estava lindo, então paramos em vários miradouros e igrejas.
Próximo ponto é o Castelo de São Jorge, novamente de elétrico, descemos na parada chamada Porta do Sol, essa é a mais próxima para a visita ao Castelo de São Jorge. Mas não se engane, da parada até a porta do Castelo há muito o que subir, se você tiver dificuldade de locomoção eu indico um táxi.  Na parada Porta do Sol fica também o Miradouro Santa Luzia, vale apreciar a vista antes de seguir para o castelo.
O Castelo de São Jorge integra a zona nobre da antiga cidadela medieval (alcáçova), constituída pelo castelo, os vestígios do antigo paço real e parte de uma área residencial para elites, a fortificação foi construída pelos muçulmanos em meados do século XI. 


Pode-se ficar por horas passeando pelas fortalezas do castelo, inclusive tem café, restaurantes na parte interna. Chegamos no fim da tarde, pois tínhamos a informação de que o local apresentava uma das melhores vistas de Lisboa no pôr do sol e assim o fizemos.
Essa é a nossa última noite em Lisboa e claro o nosso jantar ao som de fado já está reservado. Depois de quase três dias caminhando e conhecendo os cantinhos desta terra, não poderíamos ir embora sem ouvir Fado. Canção popular portuguesa mundialmente conhecida pelas lamúrias. Ir a Portugal e não ouvir um fado é como ir na Argentina e não escutar um Tango.
Escolhemos o Canto dos Camões,  e acompanhamos a música com pratos de bacalhau e vinho é claro. O restaurante abre as 20 horas e as apresentações de fado inicia as 20:30, dramáticos e opiniosos os cantores ficam verdadeiramente aborrecidos se não houver silêncio total durante a apresentação.

A casa tem um grupo fixo de fadista e acompanhantes que se reversam entre as apresentações.


Encerramos nossa passagem por Lisboa com chave de ouro, amanhã seguimos para Paris. Até breve.

PS: Lisboa – Paris dia 4 – esse dia se resumiu a fazer check out, aeroporto e chegada a Paris no fim da tarde de baixo de muita chuva.

domingo, 27 de setembro de 2015

LISBOA DIA 2

Saímos cedo do hotel pois o dia prometia muitos passeios. Nós já tínhamos lido sobre o ônibus turístico yellow Bus Lisboa e adquirimos o bilhete 3 em 1. Isso nos dava o direito de utilizar os ônibus em 3 rotas diferentes e ainda em todos os outros meios de transportes públicos da Carris, como por exemplo, os bondes e elétricos. Claro, descendo e subindo quantas vezes fossem necessárias por 48 horas; yellowbustours 
Iniciamos nossa rota as 9:00 da manhã  na Praça da Figueira com a linha Tagus tour, com duração de 1.40 min. a rota completa. Neste primeiro momento fizemos praticamente toda a rota sem descer do ônibus para que pudéssemos conhecer com calma e escutar o que o áudio guia tinha a nos dizer sobre cada ponto.
Nossa primeira parada foi na Torre de Belém, ela está à margem do Rio Tejo e o lindo dia de céu azul nos propiciou belas paisagens. É considerada pela UNESCO como Patrimônio Cultural de toda a Humanidade desde 1983, se desejar entrar na Torre, as visitas iniciam às 10 horas da manhã.
 Após a visita seguimos, agora caminhando, em direção ao monumento do Padrão dos Descobrimentos. Isolado e destacado à beira do Tejo, o Padrão dos Descobrimentos representa a expansão marítima portuguesa.
Agora ao encontro do Mosteiro dos Jerônimos, obviamente pelo caminho sempre há o que ver e fotografar e eu confesso que estava ansiosa pelo mosteiro, mas ainda mais pela confeitaria (que fica próxima) onde fabricam os famosos pastéis de Belém. 

O Mosteiro é lindo e sua arquitetura externa imponente. Com ricos detalhes em cada escultura, vale a pena fazer uma visita interna ao museu do Mosteiro, ou pelo menos, a igreja.  Lembrando que a visita ao Mosteiro é paga, mas a igreja não. Dizem que a visita ao Claustro é indispensável, e de quebra você ainda visita o túmulo de Fernando Pessoa, desta vez não fizemos essa visita. Quem sabe na próxima :).
Agora sim, em direção a confeitaria, é fácil de localizar pela enorme fila que se posta em frente à confeitaria. Mas preste atenção esta fila é somente para quem vai comprar no balcão e levar para viagem. Se você ignorar este fato e entrar por uma das pequenas portas vai se espantar com o tamanho da casa. São corredores e mais corredores com mais de 500 lugares para sentar, beber e apreciar o carro chefe da casa os pasteis de Belém.  Sem dúvida vale à pena.
Bom, nesta região as margens do Rio Tejo, há muito que visitar. Tem museus que sequer passamos o olho, mas esses pontos foram os escolhidos e resolvemos então voltar ao yellowbus, lembrando que podemos subir e descer em quaisquer uns dos pontos até o final das 48 horas.
Descemos na Praça da Figueira e já que o nosso bilhete permitia a nossa idéia foi utilizar o elevador da Santa Justa, ou elevador do Carmo como também é conhecido para nos dirigir até a parte alta da cidade.
O Elevador foi inaugurado em 1902, e de seu topo é possível ter uma bela imagem da baixa Lisboeta.  

Estamos quase na hora do almoço e um dos meus desafios quando estou em terra desconhecida é procurar fazer as refeições onde os locais a fariam. Procuro sempre fugir dos restaurantes muito turísticos, esses valem para uma parada rápida ou um café, os tradicionais freqüentados principalmente por locais vale para uma refeição sem pressa.
E assim entramos no restaurante Aqui há peixe, fizemos uma tranquila e demorada refeição, claro, de peixe.

Já estamos no meio da tarde e fomos fazer mais um roteiro com o ticket do yellowbus. Desta vez utilizamos o Tram, aqueles que parecem bondinhos ou trens elétricos pequenos e graciosos.
Passear e apenas observar as ruelas lisboetas já é uma excelente forma de viver a cidade, Parece que não visitamos muitos pontos turísticos, mas além de andar muito sempre tem aquela paradinha nas lojas. Como não temos pressa subimos e descemos em vários pontos, vistamos várias igrejas e claro, lojinhas.



Voltamos à parte baixa da cidade para jantar, desta vez escolhi o tradicional prato de sardinhas na brasa. Hum... ainda sinto o cheiro delicioso e o sabor marcante. 
Depois do jantar e de algumas dicas do garçom, fomos novamente ao Bairro Alto para localizar o Canto dos Camões, local de boa comida e fado. Porque esse foi o local escolhido para jantar na próxima noite. Se você vai a Lisboa não pode deixar de ouvir um Fado, e não precisa ser aqueles grandes shows, prefira as casas pequenas e não vai se arrepender.
No próximo dia conto pra vocês como foi o Fado, até breve.

PS: Nesta noite estava acontecendo um evento de moda da Vogue, todas as lojas estavam abertas, havia apresentações pelas ruas e claros serviam espumantes em cada loja que visitávamos, demoramos a encontrar o Canto dos Camões, mas foi divertido e valeu a pena :)

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

LISBOA DIA 1


Voltei com novidades.  Acabo de retornar de mais um giro pela Europa, mas desta vez foi diferente, acostumada a viajar em família, agora fui acompanhada de uma grande amiga, a querida Josiani Bombazar, que inclusive já contribuiu aqui no blog falando sobre Mendonça.

Esta foi uma “viagem de meninas” como intitulei, com passagem por Lisboa- PT, Paris – FR, Região de Champagne – FR, e Bruges –Bélgica.


Iniciamos nossa viagem no dia 08.09.15 com um vôo direto da Tap, de Porto Alegre à Lisboa, particularmente gosto muito deste itinerário e já usei quando fui à Roma em 2013.

Dia 1 - Lisboa

Chegamos em Lisboa no final da manhã, com uma linha de metrô dentro do aeroporto ignoramos a fila do táxi e embarcamos na Linha Vermelha para chegarmos à estação areeiro, cujo hotel escolhido tem o mesmo nome LAR DO AREEIRO. O hotel é simples, com carpet no chão e banheiro pequeno como em toda a Europa, mas é limpo e confortável. O principal atrativo além do preço é a localização, praticamente na saída do metrô areeiro, o que facilita e muito a vida de um viajante.

Após o check in e com a tarde inteira pela frente é hora de bater perna. O dia estava lindo, um calor agradável e resolvemos começar a nossa viagem em Lisboa indo almoçar no mercado da Ribeira. O prédio do mercado da Ribeira fica em frente ao cais do Sodré, para chegar até ele utilize a linha verde do metrô, na direção Cais do Sodré. É a última estação neste sentido da linha verde. Neste link é possível ver o mapa das linhas de Lisboa METRÔ DE LISBOA.

A Ribeira se divide em blocos, na primeira parte estão as bancas de flores, na parte central é o que chamam de Time Out Mercado da Ribeira, neste espaço estão concentrados 31 restaurantes com todo o tipo de comida portuguesa. Desde os tradicionais pratos e bolinhos à base de bacalhau até o tradicional prego (lanches) de leitão assado. Claro, em todo o mercado é possível comprar e beber um bom vinho e outros produtos tipicamente portugueses.  No último bloco é onde estão concentradas as barracas ou lojas de produtos alimentares frescos. Ainda, tem aos sábados feira de artesanatos e antiguidades, e nos domingos o mercado das coleções, como filatelia por exemplo.

Bom, chegamos no mercado no início da tarde e a feira de produtos frescos estava encerrando, mas como o objetivo era almoçar o local estava perfeito. Como não podia deixar de ser, o primeiro almoço foi bacalhau a Brás e uma salada de lascas de bacalhau com grãos. Uma bela taça de vinho branco completou o nosso almoço. 


Saímos do mercado prontas para desbravar o centro de Lisboa a pé, caminhamos até o baixo chiado pelas íngremes ladeiras de Lisboa, apesar de cansativo, desconheço melhor maneira de se conhecer um local do que caminhar pelas ruas e observar os nativos lisboetas.

Antes de iniciarmos a viagem elaboramos um roteiro básico, com pontos turísticos obrigatórios, mas esse roteiro só iniciava de fato no dia seguinte ao desembarque em Lisboa, este primeiro dia foi mesmo de bater perna pelos bairros históricos.

Subimos em direção ao Largo dos Camões, uma parada rápida para um café no balcão na tradicional “A Brasileira”, um dos grandes símbolos do Chiado, uma conversa ao pé do ouvido com a estátua do escritor Fernando Pessoa, é hora de continuar.



Seguimos desta vez descendo em direção à estação de metrô Rossio, passando pelo elevador Santa Justa, até chegarmos a  CONFEITARIA NACIONAL   na Praça da Figueira, já estamos no final da tarde, então é hora de outro café com os famosos pasteis de nata. Vale a pena a parada.



Revigoradas, voltamos a caminhar pela Rua do Comércio até a Praça do Comércio, uma parada para descanso e contemplação, é hora de pensar em descansar. Pode não parecer, mas até aqui já caminhamos por horas e vamos voltar caminhando até a estação Rossio do metrô para irmos para o hotel.
Como Lisboa sempre nos reserva surpresas, no caminho esbarramos na Casa Portuguesa, localizada na Rua Augusta CASA PORTUGUESA , com deliciosos bolinhos (eles chamam de pasteis, mas são os nossos bolinhos) de bacalhau. É uma parada obrigatória. Esta foi a nossa janta, acompanhada de outra bela taça de vinho branco. É hora de voltar ao hotel, pois os próximos dias ainda nos reservavam muitas caminhadas e degustações. 


quinta-feira, 9 de abril de 2015

MENDONZA - VINHOS E MONTANHAS

Sabem quando viciados em lugares e viagens se encontram e rola aquele papo da última viagem? Pois é, isso aconteceu comigo. Uma queridíssima amiga e colega de trabalho deu um pulo em Mendonza, depois de ouvir suas histórias e realmente desejar conhecer o lugar resolvi dividir a experiência dela com vocês. O que segue é um texto gostoso de ler, viajar e curtir as fotos que ela tirou. Espero que vocês curtam e é claro já agradeço do fundo do coração a minha BFF Josi Bombazar :)  
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Este post é com carinho escrito a pedidos para a dona do blog e minha BFF, Raquel. Como o título indica é sobre a cidade de Mendoza, na Argentina, um oásis de prazer para amantes de vinhos e natureza de grandes espetáculos.

INFORMAÇÕES BÁSICAS
Mendoza é a capital e a maior cidade da província de mesmo nome. Está a oeste da Argentina, ao lado da Cordilheira dos Andes, tendo enorme produção de vinho e azeite.Tem o apelido de ‘’Adega Argentina’’ pois produz mais de 70 % de todo vinho daquele país e, sozinha, produz mais vinhos que todo o Chile. 
Tem cerca de 120 mil habitantes, mas ao seu redor concentram-se aproximadamente 900 mil pessoas. 
É a 4ª maior cidade argentina. 

COMO CHEGAR
Há vôos partindo de São Paulo e Rio de Janeiro pela TAM/LAN e também pela Aerolíneas Argentinas (aqui também tem-se a opção saindo de Porto Alegre e Florianópolis), mas infalivelmente todos passam pela capital, Buenos Aires.
Assim sendo, raramente você chegará a este destino com menos de 2 vôos. A parte boa é que você pode dividir o trecho no mesmo bilhete e passar a primeira ou última noite na capital, como eu fiz, ou então fazer o bilhete com o ‘stop’ na ida ou na volta com mais dias na cidade portenha.
Os preços em baixa temporada para a data atual, sem promoções, na tarifa básica, em classe econômica estão em trono de R$ 1.200,00 a R$ 1.300,00 dependendo do dia e da cidade de saída.

O QUE FAZER
Bem, aqui você encontrará um universo de possibilidades, dependendo do gosto e disposição do freguês. Naturalmente que o carro chefe desta viagem são as vinícolas, mesmo para quem bebe pouco vinho.
Mas, nem só de vinho vive o homem. Você poderá fazer trilhas, passeios num dos parques da cidade, visitar sítios incas e ver o Pico do Aconcágua (segundo maior cume do mundo) a poucos quilômetros da cidade.
Há muitas opções de restaurantes e a cidade sozinha é um charme, completamente arborizada e planejada, com praças e chafarizes.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Itália 2014 - Parte 2

Dia 7 -Nosso último e delicioso café da manhã em Assisi, seguir viagem é necessário, mas a despedida de Assisi sempre me deixa  um gostinho de quero mais. Quem sabe um dia eu volto para uma temporada maior.... .

Nosso trem partiu de Assisi as 09h25min da manhã, seguiu até Firenze onde embarcamos no FrecciaRossa, trem de alta velocidade que nos levou a Veneza.
Estação de trem, informando o destino. 
Chegamos à cidade no inicio da tarde, nos hospedamos na parte continental, em Veneza Mestre. As razões por escolher novamente nos hospedar em Mestre e não propriamente na ilha eu já escrevi em 2013 neste post Veneza 2013 , e desta vez não foi diferente. Almoçamos e seguimos para as compras em Mestre. Voltamos para o hotel no inicio da noite, jantamos e descansamos.


Dia 8- Partimos cedo em direção a ilha de Veneza, caminhamos pelas ruelas até a ponte de Rialto, infelizmente não encontramos o mercado público, estava a poucos metros, mas a turma já estava cansada de caminhar, Veneza é linda, porém cansativa para pessoas de mais idade, são pontes e mais pontes.
Ônibus Barco


 Embarcamos no ônibus barco e fomos visitar Murano que sempre encanta com a demonstração de fabricação dos famosos e nada baratos vidros de Murano. 

Atêlier de fabricação de vidros de Murano

Caminhamos pela ilha onde é possível observar os artesões a todo instante.

De volta a Veneza, seguimos para a Piazza San Marco e visitamos a Basílica que leva o mesmo nome.




terça-feira, 27 de maio de 2014

Itália 2014. Parte 1

Prova de fogo! Esta viagem foi como uma prova ou teste de algumas dicas que escrevi em textos anteriores como por exemplo: organizar uma viagem, viajar com pessoas da terceira idade, viajar pela Itália sem falar italiano e outros. Quando escrevi estes textos já tinha conhecimento de causa, mas desta vez foi diferente e intenso. Viajamos em oito pessoas, de diferentes personalidades e com idades que variavam entre 35 e 75 anos. Comecei a planejar e organizar a viagem de 10 dias pela Itália com o cuidado de fazer um roteiro que pudesse agradar e principalmente ser viável a pessoas com maior idade. Acreditem, aconteceu como planejado; hotéis, trens, passeios...  vou descrever o dia a dia resumido para vocês, as cidades que passamos e lugares que visitamos já estão descritos em outros textos. Mas sempre há algo novo, uma dica nova ou como diria o velho clichê “um pulo do gato”. Curtam.
Dia 1 Adaptação - Chegamos a Roma/IT as 08:00 da manhã, como de costume contratei o serviço de transfer da Elmocar  (Carlos é o dono, um gaúcho super gente boa), que nos levou até o Hotel Novecento próximo a estação Manzoni. Como era cedo os quartos ainda não estavam disponíveis, deixamos as malas no depósito de bagagens e fomos de metrô para o Vaticano, afinal era quarta-feira e dia de audiência Papal(texto que escrevi em contribuição ao site dicas de Roma). A Praça São Pedro estava lotada, chegamos no início da audiência a tempo de ver o Papa Francisco passeando entre a multidão de papa móvel. Para católicos ou não a atmosfera na “Piazza San Pietro” é inexplicável.
Praça São Pedro - Audiência Papal

Passeamos pela região e fomos almoçar, após a primeira refeição italiana, ou seja, massas; voltamos ao hotel. Parte do

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Dicas para organizar a sua viagem – Parte 2


Escolheu o destino, pesquisou na web os preços e horários? É hora de decidir se vai comprar a passagem diretamente pela internet ou se vai buscar uma agência. Vamos aos pontos positivos e negativos. Para viagens internacionais eu sempre acho válida a ajuda de um profissional, primeiro porque as cotações dos valores mudam o tempo todo e a turma da agência vai monitorar. Segundo porque se houver algum problema com os bilhetes ou durante a viagem alguém mais próximo (o agente) vai tentar ao menos resolver, do contrário, você ficará horas no telefone com a central operadora da empresa aérea, e acredite, é um verdadeiro stress. Podem considerar um ponto negativo a comissão paga aos agenciadores, que eu particularmente acho relativo, muitas vezes o preço do bilhete cotado por eles com a comissão é menor do que se comprado diretamente pelos sites.
Uma coisa é certa, se você vai partir de um ponto do país que não tenha vôo direto ao destino, ou seja, está partindo de Florianópolis ou Curitiba para a Itália e tem que fazer conexão em São Paulo ou Rio de Janeiro, exija sempre a aquisição de um único bilhete para todo o trecho.  Por quê?  Simplesmente porque se você comprar o bilhete do vôo domestico (ex: FLN>RJ) separado do vôo internacional (ex: RJ>IT) e por algum motivo seu vôo domestico atrasar, não decolar ou for cancelado, e você perder o vôo internacional, vai perder o bilhete, sendo considerado “no Show”. Agora, se estiver em um único bilhete, e o vôo doméstico apresentar problemas, automaticamente a operadora do vôo internacional sabe que você deveria estar naquele vôo e as funcionárias no local de origem já remarcam todo o trecho.
Se isto acontecer, lembre-se de confirmar a remarcação do vôo de ida e os dados do vôo de volta, pois o sistema operacional entende que se você não embarcou na ida, obviamente não vai voltar e cancela todo o bilhete.
Outra dica é em relação as bagagem, como já é sabido, a franquia de peso em vôo domestico é menor do que aquela apresentada em vôo internacional. Logo, se o seu bilhete for único para todo o trecho vale a franquia do vôo internacional, do contrário, se comprar dois bilhetes, um para cada trecho, poderá ter problemas com excesso de bagagem no vôo doméstico.
Em relação a compra de passagens / bilhetes aéreos acho que essas são as principais dicas para evitar problemas. Segue os links para os principais site e operadoras aéreas.
SITES DE BUSCAS: DECOLAR, VIAJANET, SUBMARINO.
NACIONAIS: TAM , GOL , AZUL, TRIP, AVIANCA.
INTERNACIONAIS: ALITALIA , TAP, IBERIA, KLM, BRITISH , AIRFRANCE, AA- AMERICANAIRLINES

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Dicas para organizar a sua viagem – Parte 1

Quer viajar para o exterior, mas não sabe se prepara seu próprio roteiro ou  contrata um pacote fechado? Se compra as passagens diretamente nas operadoras áreas, terrestre, ou se contrata uma agência de turismo? E a hospedagem? O que é mais seguro ou mais prático? São muitas as dúvidas para aqueles que querem viajar.
Já escrevi em outro post sobre pacotes e promoções , mas se me perguntarem se é melhor montar o próprio roteiro ou contratar um pacote fechado, digo que isso é muito pessoal.
A vantagem do pacote fechado é a tranqüilidade de ter uma equipe trabalhando para que você aproveite a viagem, ou seja, os vôos, translado, hotéis e passeios são oferecidos a você de forma organizada. Obviamente que tudo isto tem um custo e essa é uma das desvantagens, a outra é que você fica engessado com as datas e os roteiros pré estabelecidos, principalmente se o pacote for adquirido na forma de excursão.
Um outro ponto a ser levado em consideração é o destino escolhido, se for um destino nacional ou em um país que  compreenda o idioma e acima de tudo tenha o mínimo de conhecimento é possível com dedicação e tranqüilidade organizar a viagem. Agora, se a viagem for para um destino internacional, um país completamente desconhecido e você não for um aventureiro (a) corajoso (a) considere a ajuda de profissionais ou adquira um pacote.
Eu particularmente acho isso muito pessoal, prefiro organizar a viagem (embora às vezes dê muito trabalho) e montar meu próprio roteiro, então vamos as dicas para você organizar a sua viagem.
Existem vários sites onde pesquisar preços e horários de vôos internacionais, normalmente esses sites utilizam informações de várias operadoras ao mesmo tempo, desta forma você já consegue fazer uma pesquisa de preço (ao final vou colocar o link). Além de fazer a pesquisa desta forma, as operadoras fazem promoções que você só encontra no próprio site e outras não disponibilizam as informações para sites de busca.
Após definir o destino pesquise primeiramente nas operadoras de cada país, como por exemplo, a TAP em Portugal, ALITALIA na Itália, IBERIA na Espanha e assim por diante. Você vai perceber que usando a TAP para ir a Portugal vai encontrar vôos diretos, porém se  quiser usar a TAP para ir a Itália ou Espanha também é possível, mas irá fazer uma conexão antes em Lisboa.
(Continua.)

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Florianópolis - Terra Natal

Florianópolis, cidade onde nasci e cresci. Vou falar da ilha  como só um nativo (mesmo que agora longe) pode falar.
Florianópolis é a capital de Santa Catarina e a segunda maior cidade do Estado. Conhecida por ter uma alta qualidade de vida, famosa pelos atrativos naturais, a Ilha da Magia como é conhecida possui 42 praias e atualmente a ilha está ligada ao continente por três pontes.
A  cidade é  encantadora e  para conhecer o verdadeiro manezinho da ilha como são conhecidos os nativos, voce deve passear a pé pelo centro da cidade. Visite o  Mercado Público Municipal no Centro Histórico, e prove as  maravilhas dos botequins e restaurantes.
Ao lado do Mercado Público  voce encontra o Largo da Alfandega – Em 1866 a primeira alfandega da cidade foi destruída pelo fogo, dez anos depois em 1876,  outro prédio em estilo Neoclássico foi construído e abriga hoje  galeria de artes, feira de artesanatos e bar.
Continue caminhando e visite o Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Souza, o Palácio que  já foi sede do Governo do Estado,  recebeu visitas de Dom Pedro I e Dom Pedro II.  Entregue-se aos encantos da Praça XV de Novembro com sua Figueira centenária, e a Catedral da Cidade, onde o fundador da cidade, Dias Velho, ergueu uma  capela para Nossa Senhora do Desterro.
Passear elas ruas do centro da cidade com seus diversos casarões antigos, observar os  vendedores  ambulantes do comércios local é uma  experiência imperdível.
Do centro para as praias!
A ilha da magia tem praia para todos os tipos de público, se voce gosta de aventura, surf, agitação e muita gente bonita não deixe de visitar  as praias da Joaquina, Barra da Lagoa, praia Mole, com mar gelado e ondas altas são as queridinhas pelos turistas mais arrojados.
No norte da ilha encontramos as praias com água morna e poucas ondas, perfeitas para famílias com filhos pequenos. E claro não podemos deixar de falar da vida nortuna nas praias de Florianópolis, que pelo grande número de opções vamos falar das badaladíssimas festas em Jurerê Internacional e Lagoa da Conceição. No verão as festas já estão entre as mais badaladas do mundo, o que vem atraindo turistas de vários países.
Regiões de Santo Antonio de Lisboa, Sambaqui e Ribeirão da Ilha, é uma  viagem ao passado com casarões típicos da colonização preservados, e comida servida com o carinho dos nativos.  A  base da comida típica açoriana é repleta de frutos do mar, mas a variedade agrada  a todos os  paladares.
Visite  a ilha,com muitas opções  entre história, excelente comida, vida noturna, esportes e lazer, sempre haverá algo para fazer e principalmente para todos os tipos de visitantes, com muito ou pouco dinheiro.

Faça uma visita e divirta-se!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Viajando em família para o exterior. Cuidados especiais com pessoas da terceira idade.

Já é sabido que a expectativa de vida aumentou, com mais saúde e disposição  pessoas consideradas idosas, ou seja, aquelas maiores de 60 anos não querem mais  ficar em casa esperando a vida passar.
Esta fase é considerada por muitos a melhor fase para viajar, em sua grande maioria, pessoas na terceira idade não tem muitos compromissos familiares, a aposentadoria já chegou e não precisam ficar presos a calendários de férias e aproveitam as facilidades do mundo moderno para colocar o pé na estrada. Sozinhos ou em família eles se divertem.
Idade não pode ser limitação para embarcar em uma viagem emocionante, para isso escolha um roteiro adequado à disposição da turma e o viajante precisa tomar alguns cuidados para desfrutar tudo que a experiência pode oferecer.

Vamos às dicas.
Para viagens ao exterior ao decidir o país ou países a serem visitados fiquem atentos à época do ano e as temperaturas que vão encontrar. Pessoas da melhor idade não suportam muito bem temperaturas altas ou muitas baixas como as encontradas, por exemplo, no verão e no inverno europeu.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Dicas para se “virar” na Itália sem “parlare italiano”. Parte-2

Como já escrevi em outro post, dizem que os italianos não costumam ser gentis com os turistas, eu discordo. Mas se você quer agradar um italiano, principalmente os mais velhos, não custa nada aprender umas palavrinhas básicas e iniciar uma boa conversa com simpatia e educação, não é mesmo?

Neste segundo post vou escrever sobre os cumprimentos. Você sabe quando usar o “ciao”, “buongiorno”, “buonasera”, buon pomeriggio”, “buonanotte” ?. Fique atento.

Ciao, é uma saudação informal italiana. Pode ser usada tanto para “oi e olá”, quanto para “até logo” ou como dizemos em português “tchau”.



terça-feira, 30 de julho de 2013

Dicas para se “virar” na Itália sem “parlare italiano”

Bom, se você vai à Itália e fala inglês esqueça este post, isso porque pelo menos 50% dos italianos também falam inglês, principalmente nos grandes centros turísticos como Roma, Milão e Florença. Agora, se você pretende viajar, não fala inglês e muito menos italiano não se desespere, continue a leitura...

Em geral é muito tranqüilo se comunicar na Itália por várias razões. Primeiro porque o idioma italiano provem do latim assim como o português, eles soam parecidos e nos parece familiar, em segundo lugar porque como todos já sabemos os italianos gesticulam muito enquanto falam parecendo um jogo de mímicas. Juntando as duas coisas, você com certeza não terá dificuldades para se locomover ou se alimentar.
A primeira vez que fui à Itália ouvir dizer que os italianos não eram simpáticos e não tinham a mínima paciência para dar informações. Mito. Os italianos são sim, simpáticos e até informais em muitas ocasiões. O que acontece é que os moradores dos grandes centros urbanos e turísticos vêem na sua stressante rotina diária centenas de turistas sem informações do local que estão visitando, resultando em perguntas sem nexo, para piorar, muitos com inglês básico e zero de italiano. Por isso vou dar dicas para você se virar na Itália e principalmente sem irritar nenhum italiano que são uns amores.

Vamos a primeira palavrinha mágica: “prego”, se você pensa que estou me referindo a uma haste de metal com um lado pontiagudo e outro achatado está enganado. “ Prego”  é umas das palavras que mais ouvi na Itália, muito mais do que “grazie” (obrigada) ou “Buon Giorno” (bom dia) e tem mais de um significado dependendo da situação. Vamos aos exemplos:



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Trilhando os canyons do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

Inverno, estação que nos lembra acolhimento, cobertor, chocolate quente, filme, pipoca, resumindo, hibernação.
Você já pensou em fazer trilhas no inverno? E se essa trilha for há muitos metros de altitude? Esqueça o frio e curta a paisagem!
Nos limites do Rio Grande do Sul e Santa Catarina encontramos a região dos canyons e os Parques Nacionais Aparados da Serra e Serra Geral.

A minha sugestão é de um dia para a trilha e visita do Canyon Fortaleza e um dia para a visita do Canyon Itaimbezinho, tendo como base de hospedagem na cidade de Cambará do Sul/RS.
O Canyon Fortaleza está situado a 23 Km de Cambará do Sul, no Parque Nacional da Serra Geral, com acesso pela CS-423.